UM ANO DE BICICLETARIA CULTURAL
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Cicloativismo.com: Quem somos | Contato | Atividades | CicloRede
A bicicleta é com certeza o ponto em comum de todos entram neste site. Daqui em diante as idéias, desejos e crenças começam a divergir, se espalhando, e de certa forma perdendo sua força já deveras pulverizada pelo enorme leque de possibilidades e movimentos relacionados a bicicleta. O que por um lado é muito bom, fica claro que muitas pessoas apoiam a causa da bicicleta, mas por outro lado não conseguem a força necessária para causar mudanças.
Início | CicloAtivismo | Porque a bicicleta | CicloRede
A ordem geral é educar, pois direito a via nós já temos. Precisamos ser aceitos e respeitados nesta insanidade atroz que é o transito. Um artigo ditado que costumo usar é que “palavras convencem, exemplos arrastam”. Essa é nossa luta, fazer com que os ciclistas sejam o exemplo e façam o que é certo para poder exigir o mesmo dos motorizados.
A proposta deste site é reunir todos os amantes da bicicleta para debater os problemas dos ciclistas de Curitiba e propor soluções, com a finalidade de encontrar na diversidade um discurso único e alinhado com as reais necessidades deste modal. Na minha opinião este discurso deve ser o da cultura da paz, da mobilidade sustentável, da busca pela qualidade de vida e por uma cidade mais humana. Existem varias maneiras de se exigir mudanças, e acredito que só se conquista o devido respeito respeitando. Faz-se necessário então cumprir as leis que são bastante favoráveis aos ciclistas, e os maiores interessados que ela seja cumprida são os próprios ciclistas. Quem não concorda com a lei que tente muda-la, mas desrespeita-la só aumenta o caos, a impunidade e as divergências. Como pedir que cumpram a lei se nos mesmos não cumprirmos. Se hoje a bicicleta esta em pauta é graças a anos de ativismo e de muitas vidas perdidas. É Justamente por estas vidas que foram perdidas que devemos tratar esta causa com muito respeito. Com ativismo consciente, propositivo e com uma comunicação não violenta, pois somos o lado mais fraco, em caso de violência sempre levaremos a pior. Precisamos conscientizar a população, mas sem entrar em uma guerra com ela nessa vingança infinita onde todos perdem.











































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